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Análise da "Animação Cultural" de Vilém Flusser



É notória a dependência do ser humano frente ao objeto desde os primórdios. Utilizamos os objetos para facilitar a nossa vida ou simplesmente deixa-la mais prazerosa, desde uma função objetiva ou não. Ou como na Declaração dos Direitos Objetivos, a escravização dos objetos.
Com a Revolução Industrial o avanço técnico dos objetos evoluiu muito rapidamente, deixando o seu progresso, humano e tecnológico, dependentes dos objetos, assumindo complexidade suficiente para escapar do controle humano. O que nos cabe refletir no século XXI sobre o avanço tecnológico dos objetos em um futuro, em especial os denominados autônomos, ou sejam, já não são dependentes do ser humano com o uso de sua inteligência artificial que se auto evolui, saber compreender como queiramos que eles funcionem, como “pensam”, se tomam decisões por conta própria ou pré-programados para determinado tipo de interesse de seu programados. Ou mais, se as suas decisões não terão intenção de beneficiar ou servir à humanidade, nas aos próprios objetos. Levando a um tipo de “Revolução dos Objetos” como um filme de Matrix ou em uma obra de George Orwell.

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